É triste ser constantemente julgada e castigada por um erro pelo meu próprio pai. Pai que é pai devia conhecer a filha que tem; devia acreditar nela; devia fazer com ela se sentisse bem... Infelizmente, eu só sei o que é isso 2/3 vezes por ano: no meu aniversário; no natal; e na entrega de prémios de mérito (caso consiga ganhar nesse ano).
É triste, mas, neste momento, tenho a certeza que se ele continuar assim, a nossa relação mais ano menos ano acabará. Eu não posso continuar assim! Cada vez me sinto mais triste, deprimida... O pior de tudo é que isso acaba por se refletir no dia-a-dia: eu sou uma miúda bruta (é forma de defesa, para tentar evitar que as pessoas me magoem); uma miúda tímida e retraída (tenho medo de começar uma conversa e ainda ouvir um grito como resposta) e por vezes ao ser uma miúda bastante carente acabo por ser bastante estúpida e parva também (deixo que as pessoas me pisem, usem e abusem de mim porque apenas me dão atenção)!
NUNCA DESEJEI TER UMA VIDA ASSIM! NUNCA DESEJEI TER UM PAI ASSIM!
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